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Fotos dos bastidores de Carol Castro + Diário de kika Paulon (Completo)
20:12
Parte 1 Me pediram que fizesse um post sobre o making of do ensaio da Carol Castro. Como sou uma pessoa muito ocupada (não vou dizer que sou a que mais trabalha, mas, digamos que minha função é estar na rua a maior parte do tempo. Produção é para os fortes), resolvi dividir o relato em capítulos. Cada dia escreverei um pedaço. Bom, nem todo mundo sabe, mas muita coisa acontece entre o momento em que uma estrela assina o contrato e o que sua foto é estampada na capa. A Carol, por exemplo, tinha uma idéia de fazer um ensaio bem natureza. Mas depois da reunião que tivemos com ela e o Bob Wolfenson, chegamos a conclusão de que tinha tudo a ver um ensaio em Salvador revivendo as mulheres de Jorge Amado. A idéia surgiu por motivo óbvio: ela está em cartaz no Rio de Janeiro com a peça Dona Flor e Seus Dois Maridos, que é um sucesso.A equipe chegou antes em Salvador, pois Carol tinha apresentação e só poderia ir de madrugada. Bastou que ela pisasse no saguão para despencar o maior aguaceiro. A cara de pânico dela foi impagável. Tentei acalmá-la argumentando que chuva significava sorte, mas ela estava apavorada (agora confesso: também fiquei, mas não podia demonstrar). A semana anterior fora de chuva constante na cidade e todo mundo estava meio ressabiado. Mas, para nossa sorte, o tempo ajudou. Choveu muito todos os dias, mas eram chuvas rápidas, com o sol aparecendo em seguida. Assim foram os três dias de produção. Não tenha dúvida, quando algo tem que dar certo, dá.
Parte 2
A primeira foto foi uma prova de fogo para a Carol... Ela estava totalmente nua em uma sacada no Pelourinho, com um monte de gente passando na rua e olhando. O Bob estava numa casa em frente, fotografando a sacada à distância. Ele e eu estávamos em contato pelo celular e eu ia orientando a Carol conforme ele me pedia – mudar de posição, fechar os olhos etc. Lembro que no começo ela estava muito nervosa e até tremia. Mas daí foi relaxando e ficando à vontade.
Depois fomos para um forte com vista para o mar e alguns canhões da época colonial. Fizemos uma foto linda dela segurando um pano, uma referência a personagem Tieta. Foi quando começou a chover e a ventar muito forte. Eu e a assessora da Carol estávamos segurando um lençol enorme para dar mais privacidade e quase saímos literalmente voando: o lençol virou uma espécie de vela de barco e quase nos arrastou para o mar. Depois da chuva e do vendaval fomos abençoados com um arco-íris lindo e muito intenso, parecia uma tela pintada de tão perfeito e colorido...
De lá, fomos ao restaurante Varal Da Dadá e fizemos umas fotos dela ralando coco e cozinhando, uma referência à Dona Flor, que dava aulas de culinária .
Aproveitamos a noite para fazer as fotos de Carol totalmente nua nas ruas e ladeiras do Pelourinho. Contamos com o apoio da polícia para fechar os dois extremos da rua, pois todo mundo queria acompanhar de perto a sessão fotográfica. Sem o apoio da polícia seria totalmente inviável fazer estas fotos. Rolava um ventinho gelado e nos intervalos eu cobria a Carol com um roupão para que ela não sentisse frio. Ela tirou uma foto disso e colocou no blog dela. Só sei que fui parar em todos os sites e capas de jornais abraçando a Carol pelada!
Parte 3
No dia seguinte fomos para uma casa que alugamos no Pelourinho. A casa era de um francês, funcionava meio que como um antiquário, três andares, um monte de objetos regionais e estranhos. Ali clicamos a Carol no telhado, numa referência à “Gabriela Cravo e Canela”. Ela é uma moleca: subiu no telhado sozinha. Foi pisando com cuidado nas telhas e ficou um tempão lá em cima. Era dia, mas a Lua apareceu no céu e deixou a foto mais linda ainda. Parecia até photoshop, de tão bonito que ficou...
Depois de muitas internas na casa, fomos para a porta que dava para a rua e fizemos alguns cliques dela na janela e parada na porta da casa (só de meia ¾). Uns turistas japoneses estavam passando pela rua e resolveram ficar por ali, assistindo e palpitando em japonês! Gentilmente expliquei que era um trabalho e que eles não podiam ficar ali. Acho que não entenderam nada. Saíram andando e reclamando em japonês.
Parte 4
No dia seguinte fomos para uma casa que alugamos no Pelourinho. A casa era de um francês, funcionava meio que como um antiquário, três andares, um monte de objetos regionais e estranhos. Ali clicamos a Carol no telhado, numa referência à “Gabriela Cravo e Canela”. Ela é uma moleca: subiu no telhado sozinha. Foi pisando com cuidado nas telhas e ficou um tempão lá em cima. Era dia, mas a Lua apareceu no céu e deixou a foto mais linda ainda. Parecia até photoshop, de tão bonito que ficou...
Depois de muitas internas na casa, fomos para a porta que dava para a rua e fizemos alguns cliques dela na janela e parada na porta da casa (só de meia ¾). Uns turistas japoneses estavam passando pela rua e resolveram ficar por ali, assistindo e palpitando em japonês! Gentilmente expliquei que era um trabalho e que eles não podiam ficar ali. Acho que não entenderam nada. Saíram andando e reclamando em japonês.
Fonte: Playboy Oficial
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Rabiscado por PLAYBOY BRASIL
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